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NÃO ERA PARA SER ASSIM…

julho 6, 2015

Um livro comemorativo foi lançado pela editora DBA em 2003, quando foi inaugurado o trecho Oeste do Rodoanel. “Rodoanel Mario Covas – Via de Progresso”, com texto de Francisca Stella Fagá.

O mapa abaixo foi tirado desse livro. O trecho Norte (linha em vermelho), há 12 anos, era proposto para passar do lado de lá da Serra da Cantareira, em Caieiras e Mairiporã. Quem então poderia imaginar que a estrada seria construída junto à cidade, fechando o contato, a troca ambiental produtiva, entre a cidade e a serra? Ninguém…

Mapa do livro

Mapa do livro “Rodoanel Mario Covas – Via de Progresso” (2003)

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  1. Érick Mota permalink
    agosto 3, 2015 12:18 am

    O que melhoraria o trajeto do rodoanel passar do lado de lá…ou de cá?

    O trajeto idealizado em 2003 não havia passado Por uma importante etapa do licenciamento ambiental chamada de Avaliação de Impacto ambiental, com a elaboração dos documentos de Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA).

    Em outras palavras, fizeram o projeto sem considerar inúmeros fatores (sociais, ambientais, viários..) Em 2008, se não me engano, ocorrera o início das licitações do trecho norte do RODOANEL. Com isso, além do trajeto inicial idealizado em 2003, foram propostas outras alternativas de trajetos.

    Resumindo:

    As inúmeras discussões e ponderações em relação aos principais impactos ao meio ambiente, concluíram que o trajeto passando ao Sul da cantareira seria o menos impactante. Pois, inúmeros túneis seriam feitos, com isso o desmatamento previsto seria extremamente menor do que o previsto no projeto de 2003. Ao sul do rodoanel, a urbanização já está bem adensada, ou seja, não haverá invasões a áreas ao longo da rodovia ( a não ser se houver descaso dos órgãos públicos de manterem protegidas as áreas de preservação). Se fosse contruídas seguindo o primeiro projeto, a extensão da rodovia seria maior, com isso os caminhões teriam que andar mais, logo, mais poluição gerada. Sem falar que o Trajeto inicial teria maior potencial de afetar rios que desaguam diretamente na bacia hidrográfica responsável pelo abastecimento do sistema Cantareira.

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