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AS MÁQUINAS CHEGARAM. CHORA PLANETA!

agosto 18, 2013

A crítica a essa obra não é local nem regional. É planetária! Certos projetos, a essa altura do “desenvolvimento” da humanidade, não podem avançar sem uma avaliação absoluta de seu impacto no aquecimento global e no “custo-benefício” de sua realização. Isso não aconteceu, e a obra começou dia 12 de Março de 2013 (Dia do início do Apocalípse Ambiental da Metrópole). Agora as máquinas chegam ao Jardim Antárctica e Pedra Branca, a míseros 11 km do Marco Zero, e no pé do pulmão verde da cidade.

Transamazônica a 11 km da Sé.

Transamazônica a 11 km da Sé.

Onde estão os imóveis da CDHU para os removidos? Como está a desapropriação das áreas no entorno da pista de 150m x 45.000m, para criar os parques que poderiam proteger a região das invasões dos baixos dos viadutos? Por que as linhas de metrô não crescem, novas estações não são entregues, e R$ 6 bilhões são alocados nesse projeto rodoviarista que passa em cima do símbolo ambiental da cidade?

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O planeta é forte e aguenta. Por enquanto. Quando ele chorar, ah, vai alagar tudo!

EM TEMPO: Neste dia 20/08 (3ª-f), às 10h30, na Câmara Municipal de SP, haverá uma reunião da Comissão de Meio Ambiente, para discutir os impactos e as compensações, que incluem os parques de borda. Convocados CETESB e SVMA. A reunião será no auditório 1º de Maio, no 1º andar do prédio da Câmara.

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4 Comentários leave one →
  1. agosto 19, 2013 7:49 pm

    Veja comentário que saiu na Veja SP ontem sobre o barulho do Rodoanel.
    Pag.16
    Regina Blessa – Tremembé

  2. José Sergio Matrigani permalink
    agosto 19, 2013 10:34 pm

    É realmente triste, os interesses econômicos predominam, o caos é previsto. Que tal se promover uma manifestação? Trazer um palestrante para mostrar o impacto como você disse “para o planeta”que o Rodoanel promoverá?Você pode comunicar-se com a Avaz?

  3. Francisco Roberto C. E. Santo permalink
    agosto 20, 2013 2:29 pm

    Um sentimento de tristeza e desprezo para os mentores do rodoanel que se julgam inatingíveis…

    “…Eles passarão…
    Eu passarinho!”

    Mário Quintana.

  4. agosto 21, 2013 4:01 pm

    Comeremos pó, beberemos dos rios poluídos. “Não verás país nenhum”.

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